O “dia seguinte” ao tratamento oncológico: reconstruindo a rotina sob a ótica da sobrevivência

fibroadenoma exames
O som do sino na ala de oncologia é, para muitos, o ápice da jornada. É o rito de passagem que marca o fim das infusões de quimioterapia ou das sessões de radioterapia. No entanto, quando o eco desse som se dissipa e a paciente volta para casa, surge um silêncio inesperado. É o “dia seguinte”, um território pouco explorado onde a euforia da cura convive com as cicatrizes — físicas e invisíveis — de uma batalha que altera a própria percepção de ser mulher. Recentemente, atendi uma paciente, chamemo-la de Luciana, que havia terminado o tratamento para um câncer de mama luminal (positivo para receptores hormonais) há seis meses. Ela me disse algo que ressoa em muitos consultórios: “Doutor, eu deveria estar comemorando, mas sinto que meu corpo virou um campo minado”. Luciana não estava apenas lidando com o medo da recidiva, mas com uma menopausa induzida precocemente pela hormonioterapia e uma secura vaginal que tornava a intimidade dolorosa. A sobrevivência ao câncer, especialmente na ginecologia e mastologia, não é um evento estático.

É um processo dinâmico de reconstrução. Aqui, a integração entre as especialidades deixa de ser um protocolo técnico e se torna um suporte vital. O corpo que se reconhece Para a mulher que passou por uma mastectomia, a cirurgia reconstrutiva é um passo imenso, mas a jornada não termina na mesa de operação. Existe o ajuste fino da simetria, a sensibilidade que muda e a aceitação da nova arquitetura do próprio peito. Paralelamente, quem enfrentou um câncer de colo do útero ou de endométrio pode lidar com alterações na pelve que exigem um olhar atento da ginecologia regenerativa.

Um ponto crítico que frequentemente passa despercebido é o manejo dos efeitos colaterais dos bloqueadores hormonais. Medicamentos como o tamoxifeno, essenciais para evitar que o câncer de mama retorne, exigem que o ginecologista monitore de perto o endométrio, já que podem causar um espessamento dessa camada uterina. É um equilíbrio delicado: protegemos as mamas enquanto vigiamos o útero. Além dos exames de imagem A rotina de exames — mamografias, ultrassonografias transvaginais, dosagens hormonais e, por vezes, ressonâncias — passa a ter um peso emocional diferente. Cada sala de espera é um exercício de paciência e resiliência. Mas a saúde da mulher no pós-tratamento vai além de buscar nódulos ou cistos.

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O Dinamismo e a Precisão Exigidos no Mercado de Modelos para E-commerce

O som seco e repetitivo do obturador em um estúdio voltado para o e-commerce dita um ritmo que muitos modelos de passarela teriam dificuldade em acompanhar. Não há espaço para o drama contemplativo ou para longas pausas de reajuste. No ecossistema do varejo digital, o tempo é mensurado em “looks por hora”, e a precisão técnica do modelo é o que define a rentabilidade de uma diária de produção. A métrica da eficiência visual Diferente de um editorial de moda, onde a narrativa visual permite distorções e sombras dramáticas, o e-commerce exige clareza absoluta. O modelo comercial moderno atua como uma ponte técnica entre o produto físico e a percepção do consumidor. Se a postura esconder uma costura ou se o movimento criar um vinco desnecessário no tecido, a imagem falha em sua missão primária: informar com exatidão. Um profissional experiente nesse nicho possui uma consciência corporal que beira o instinto. Ele entende o “ângulo de ataque” da luz principal e sabe exatamente onde o seu rosto e o produto recebem a melhor iluminação, evitando sombras duras que exigiriam horas extras de pós-produção. Em uma sessão de alto volume, como as realizadas para grandes marketplaces, espera-se que o modelo entregue de quatro a seis poses úteis — frente, costas, perfil e detalhe — em menos de dois minutos por peça. O cenário real: O desafio da consistência Imagine um estúdio climatizado onde a equipe de produção precisa fotografar 60 trocas de roupa em uma única jornada de oito horas. O fotógrafo utiliza uma lente 85mm para minimizar distorções, e as tochas de flash estão configuradas para um tempo de reciclagem mínimo. Nesse cenário, o modelo não pode se dar ao luxo de “procurar” a pose. O erro técnico mais comum de iniciantes é o excesso de movimento ou a falta de “trava” ao final de cada clique. Se o modelo oscila alguns centímetros para frente ou para trás, ele sai do plano de foco crítico, resultando em imagens levemente desfocadas que só serão percebidas na triagem final. A precisão exigida é milimétrica. O modelo de e-commerce de alta performance desenvolve uma memória muscular que permite repetir a angulação exata dos pés e do quadril, garantindo que, ao navegar pelo site, o cliente veja uma transição fluida e padronizada entre os produtos. Além da estética: A função técnica do casting As agências de modelos que operam com excelência no mercado publicitário atual não selecionam talentos apenas pela fotogenia. O critério técnico envolve a capacidade de “vestir” o produto. Modelos para e-commerce precisam entender de fitting. Eles sabem tensionar levemente uma jaqueta para que o corte apareça, ou posicionar as mãos de forma que não criem poluição visual ao redor da cintura.

https://lp.faro.com.br/modelo-comercial/

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Luzes que renovam: um mergulho técnico nas tecnologias que estão apagando as manchas do passado

Você já parou para observar como a sua pele conta histórias que você, às vezes, preferia esquecer? Não falo apenas das rugas de expressão que surgem de tanto rir, mas daquelas manchas de sol de verões passados, da flacidez que insiste em desenhar um contorno diferente no rosto ou das marcas de acne que ficaram como lembranças de uma adolescência turbulenta. Recentemente, recebi no consultório a Helena. Aos 48 anos, ela me disse algo que ressoa com muitos: “Sinto que meu rosto está derretendo e que essas manchas me dão um ar de cansaço que não condiz com a energia que tenho por dentro”. O que a Helena buscava não era uma máscara de porcelana, mas uma reconciliação com o espelho. É aqui que a tecnologia deixa de ser apenas “equipamento” e se torna uma ferramenta de resgate. A Arquitetura Invisível do Ultraformer Quando falamos em “apagar o passado”, o Ultraformer MPT é, hoje, o protagonista dessa narrativa.

Tecnicamente, ele trabalha onde os cremes não chegam. Imagine que o seu rosto tem uma estrutura de sustentação chamada SMAS (Sistema Musculoaponeurótico Superficial). Com o tempo, essa rede afrouxa. O Ultraformer dispara ondas de ultrassom macro e microfocado que criam pontos de coagulação térmica nessa camada profunda. O que acontece depois é pura biologia: o corpo entende que houve uma pequena lesão e inicia um processo frenético de reparação, produzindo um colágeno novo, denso e organizado. O efeito lifting imediato: Ocorre pela contração das fibras de colágeno existentes. O efeito de longo prazo: A neocolagênese que atinge seu pico em 90 dias, devolvendo a firmeza à mandíbula e ao pescoço.

A versatilidade: Pode ser usado tanto para “derreter” a gordura da papada quanto para abrir o olhar, elevando a sobrancelha de forma sutil. O Poder dos Fótons: Além da Superfície Se o Ultraformer cuida da estrutura, os lasers e a luz pulsada cuidam da “pintura” dessa tela. Tratar manchas, especialmente o melasma ou as melanoses solares, exige uma precisão cirúrgica. Não podemos simplesmente “queimar” a mancha; precisamos de comprimentos de onda específicos que atinjam o pigmento sem agredir a pele ao redor. https://drummondermato.com/vitiligo-tem-cura-entenda-o-que-diz-a-ciencia-e-como-tratar-com-seguranca/

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Otimizando o ciclo de vida do produto com suporte tecnológico

Imagine a seguinte cena: sua equipe de engenharia finaliza um projeto brilhante, mas, quando o produto chega à linha de produção, o estoque de insumos está defasado. Ou pior, o item chega ao mercado com um preço que não cobre a flutuação recente do custo da matéria-prima, simplesmente porque a planilha de custos não conversava com o setor de compras em tempo real. Se você já sentiu esse frio na barriga, sabe que o ciclo de vida de um produto (PLM) é um organismo vivo e, sem a tecnologia correta para orquestrá-lo, ele morre antes mesmo de amadurecer. O grande gargalo na maioria das empresas não é a falta de criatividade ou de demanda, mas a desarticulação entre as etapas. O produto nasce no P&D, passa pelo suprimentos, atravessa a produção, chega ao comercial e termina no pós-venda. Se cada uma dessas áreas utiliza uma “ilha de informação” diferente — seja um Excel isolado ou um software que não se comunica com os outros — o erro humano se torna uma certeza estatística. O abismo entre a prancheta e a prateleira O suporte tecnológico vai muito além de ter um software para emitir notas fiscais. Trata-se de criar um fio condutor digital. Quando implementamos um ERP robusto integrado à gestão do ciclo de vida, eliminamos o “telefone sem fio”. Pense em uma indústria de componentes metálicos que decide atualizar o design de uma peça para torná-la 10% mais leve. Sem integração, a produção pode continuar usando o molde antigo por semanas até que o memorando oficial seja lido.

Com um sistema integrado, a alteração no projeto de engenharia bloqueia automaticamente ordens de produção obsoletas e dispara novos pedidos de compra para os materiais específicos da nova versão. Isso é eficiência operacional na veia. Dados que antecipam o declínio Todo produto tem um prazo de validade comercial. O problema é que muitos gestores só percebem que um item entrou na fase de declínio quando o estoque para de girar e o capital fica imobilizado. É aqui que o Business Intelligence (BI) acoplado ao sistema de gestão faz a diferença. Em vez de olhar para o passado, a análise de dados permite identificar padrões de desaceleração em tempo real. Se o custo de aquisição de clientes (CAC) de um determinado item está subindo enquanto a margem encolhe, a tecnologia avisa que é hora de pivotar, aplicar um desconto estratégico ou descontinuar a produção antes que o prejuízo se consolide. A automação como braço direito da estratégia A automação de processos não serve apenas para “fazer mais rápido”, mas para “fazer com precisão”. No ciclo de vida do produto, isso se traduz em: Rastreabilidade Total: Saber exatamente qual lote de matéria-prima foi usado em qual produto final, essencial para recalls ou auditorias de qualidade. Gestão de Pedidos Inteligente: O sistema prioriza a produção com base no lead time de entrega e na disponibilidade de recursos, evitando promessas impossíveis ao cliente final. Controle de Custos Dinâmico: Atualização automática das margens de contribuição conforme o câmbio ou o preço das commodities variam.

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O impacto do ERP na gestão de impostos e obrigações acessórias

Imagine a cena: final de mês em uma distribuidora de médio porte. Ricardo, o gestor financeiro, está cercado por três telas. Em uma, o relatório de vendas; na outra, uma planilha de conferência de ICMS que parece não ter fim; na terceira, o portal do governo oscilando. O clima é de tensão, pois qualquer erro no preenchimento do SPED pode significar uma multa que levaria embora o lucro de toda uma linha de produtos. Esse “apagão fiscal” é a realidade de quem ainda tenta equilibrar a complexidade tributária brasileira no braço ou em sistemas desconectados. O grande gargalo não é apenas o valor do imposto em si, mas a burocracia das obrigações acessórias. No Brasil, não basta pagar; é preciso explicar detalhadamente como, quando e por que você está pagando. É aqui que um ERP (Enterprise Resource Planning) deixa de ser um “custo de software” para se tornar o oxigênio da operação. Quando a empresa opera com um sistema integrado, o dado nasce uma única vez. Se o pessoal do estoque recebe uma mercadoria e bipa a nota fiscal de entrada, o motor de cálculo do ERP já identifica o crédito de IPI ou ICMS de forma automática, baseando-se em regras pré-configuradas. Não existe redigitação. Se a regra tributária muda — o que acontece quase diariamente no nosso país —, a alteração é feita no parâmetro do sistema e reverbera por toda a cadeia, da emissão da nota à escrita fiscal. A inteligência por trás do compliance A verdadeira transformação acontece na rastreabilidade. Pense em uma indústria que lida com regimes especiais ou substituição tributária. Sem um ERP robusto, o risco de pagar imposto em duplicidade ou perder prazos de entrega de obrigações como a EFD-Reinf é altíssimo.

https://www.cigam.com.br/blog/306/o-que-e-erp

O sistema centraliza as informações, permitindo que o gestor saia da posição de “digitador de dados” e assuma o papel de analista. Alguns pontos práticos onde a tecnologia altera o jogo: Padronização de cadastros: Um NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) cadastrado errado é o início de um desastre fiscal. O ERP trava essas inconsistências na origem. Automação de guias: A geração de GNREs e outras guias de recolhimento de forma automática economiza horas de trabalho manual e evita erros de digitação de códigos de receita. Cruzamento de dados (Malha Fina Preventiva): O sistema pode simular a validação que o fisco fará, apontando erros antes mesmo de o arquivo ser transmitido. Recentemente, acompanhei uma transição em uma rede de varejo que sofria com divergências constantes entre o estoque físico e o que era reportado no Bloco K do SPED. A discrepância gerava autuações recorrentes. Ao implementar um ERP que integrava as vendas do PDV diretamente com o controle de inventário e o módulo fiscal, a empresa reduziu o tempo de fechamento mensal de dez dias para apenas dois. O erro humano, que antes era a regra, tornou-se a exceção. Além da segurança, existe o fator estratégico. Com os dados organizados, o Business Intelligence (BI) acoplado ao ERP permite que o empresário visualize a carga tributária real de cada produto. Às vezes, uma mercadoria que parece lucrativa no preço de venda está perdendo margem devido a uma tributação específica que passava despercebida no caos das planilhas. No fim do dia, a digitalização dos processos fiscais não é sobre substituir pessoas por máquinas, mas sobre dar munição para que profissionais como o Ricardo possam focar no planejamento tributário e na saúde financeira do negócio.

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O que é a taxa de condomínio e o que ela cobre

O que é a taxa de condomínio e o que ela cobre Para quem deseja comprar ou alugar um imóvel, entender os custos envolvidos é fundamental. Entre eles, a taxa de condomínio se destaca como um dos principais compromissos mensais. Mas você sabe exatamente o que compõe esse valor e por que ele é cobrado? Neste artigo, explicamos de forma direta o funcionamento dessa taxa essencial para a manutenção do mercado imobiliário. Definição de taxa de condomínio A taxa de condomínio é o rateio das despesas mensais de um edifício ou loteamento fechado entre todos os proprietários.

O objetivo principal é garantir o funcionamento, a conservação e a segurança das áreas comuns, permitindo que o patrimônio de todos seja valorizado. O valor é calculado com base no orçamento anual aprovado em assembleia, sendo dividido entre as unidades, geralmente de acordo com a fração ideal (tamanho do imóvel). O que a taxa costuma cobrir? As despesas cobertas pela taxa condominial são divididas, em sua maioria, em gastos ordinários. Veja os principais itens: Salários e encargos: Pagamento de porteiros, zeladores, faxineiros e administradores. Manutenção preventiva: Revisão de elevadores, limpeza de piscinas, cuidados com o jardim e manutenção elétrica e hidráulica das áreas comuns. Contas de consumo: Água, luz e gás utilizados nos espaços coletivos (corredores, salões de festas, academia). Segurança: Monitoramento por câmeras, sistemas de alarme e empresas de vigilância. Fundo de reserva: Uma porcentagem destinada a emergências ou reformas futuras, garantindo a saúde financeira do condomínio.

Por que ela é importante para o imóvel? Manter a taxa de condomínio em dia é crucial tanto para quem vive no local quanto para quem investe. Um condomínio bem administrado e com a manutenção em dia garante a valorização do imóvel no mercado imobiliário. Para corretores e imobiliárias, a transparência sobre esses valores facilita o fechamento de contratos de aluguel e venda, pois o cliente sabe exatamente qual será o seu custo fixo para usufruir de uma infraestrutura completa e segura. Em resumo, a taxa de condomínio não é apenas um custo, mas um investimento na preservação do seu patrimônio e na qualidade de vida dos moradores. https://marcosotero.com.br/blog/quero-alugar/voce-sabe-o-que-e-caucao-no-aluguel-de-imoveis/

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Luz azul e o ciclo do sono: como seus olhos avisam ao cérebro que ainda é dia

Imagine que suas pupilas são o interruptor mestre de toda a sua biologia. Por milênios, a humanidade operou sob um comando simples: a luz do sol disparava o gatilho da vigília e a escuridão iniciava o reparo celular. No entanto, o design biológico dos nossos olhos, refinado ao longo de eras, está enfrentando um desafio sem precedentes diante da onipresença das telas e da iluminação artificial rica em comprimentos de onda curtos. A questão aqui não é apenas o cansaço visual ao final de um dia de trabalho. Estamos falando de uma desconexão estratégica entre o que o olho capta e o que o cérebro processa.

A ciência por trás do “engano” ocular Dentro da nossa retina, existem células específicas chamadas células ganglionares intrinsecamente fotossensíveis (ipRGCs). Elas não servem para formar imagens, ler textos ou identificar cores. Sua função é puramente cronobiológica: elas detectam a presença de luz azul (comprimento de onda em torno de 480 nanômetros) e enviam um sinal direto ao núcleo supraquiasmático, o relógio central do cérebro. Quando essa luz atinge a retina, o cérebro entende que é meio-dia, mesmo que o relógio marque onze da noite. O resultado? A glândula pineal interrompe a secreção de melatonina. Sem esse hormônio, o corpo não recebe o sinal verde para iniciar os processos de restauração profunda. O impacto a longo prazo de manter o sistema visual em estado de alerta constante vai muito além da insônia; ele afeta a acuidade visual, a pressão intraocular e até a regeneração da superfície ocular, agravando quadros de olho seco. O cenário prático:

A síndrome da fadiga digital Pense no caso de um gestor que passa dez horas focando em planilhas e relatórios sob luzes de LED frias. Ao chegar em casa, o hábito de checar mensagens no smartphone cria um ciclo de feedback negativo. O olho, exausto pelo esforço de acomodação (o trabalho muscular para manter o foco de perto e compensar astigmatismo ou presbiopia não corrigidos), recebe uma descarga de luz azul que impede o descanso sistêmico. Essa pessoa acorda com a sensação de “areia nos olhos” e visão embaçada. Frequentemente, o problema é confundido com a necessidade de aumentar o grau dos óculos, quando, na verdade, o sistema visual está sofrendo de um estresse oxidativo prolongado e falta de lubrificação natural. https://corv.com.br/cirurgia-de-ceratocone-rio-de-janeiro-rj/

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Concordem com todos os detalhes importantes

Os melhores relacionamentos entre corretor e vendedor são aqueles com
expectativas claramente definidas. Certifique-se de que,No seu contrato de
listagem , você concordou com a estrutura de comissão, o preço de venda e a
duração do contrato (ou seja, o que acontece se sua casa não for vendida após
um determinado período). Sim, você pode.Negocie a comissão do seu agente ,
e isso pode até ajudá-lo a decidir qual agente escolher com base na
competitividade das taxas de cada um.
Em Massachusetts, um agente imobiliário pode ser agente do vendedor, agente
do comprador ou, com o consentimento informado por escrito de ambas as
partes, agente duplo.
Duas pessoas negras de terno apertam as mãos em frente a uma mesa com
plantas, canetas e maquetes de casas unifamiliares.
A comissão padrão na região metropolitana de Boston é de 5%. O vendedor e o
corretor imobiliário decidirão qual porcentagem dessa comissão será oferecida
ao corretor do comprador, se houver, e essa porcentagem deve ser divulgada no
Sistema de Listagem Múltipla (MLS).

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Com os preços médios de casas unifamiliares e apartamentos na região
metropolitana de Boston atingindo recordes em maio , segundo a Associação de
Corretores de Imóveis da Grande Boston (GBAR), é provável que a compra ou
venda de um imóvel seja uma das maiores transações financeiras da sua vida.
Portanto, é essencial se proteger para garantir que você tome as decisões certas
— e uma das melhores maneiras de fazer isso é contratando um corretor de
imóveis local qualificado.
Mas com mais de 10.000 agentes imobiliários membros da GBAR, e ainda mais
agentes locais que não são, avaliar cuidadosamente aqueles que você está
considerando é fundamental. Aqui estão cinco perguntas que compradores ou
vendedores devem fazer antes de escolher um agente.

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Como identificar uma bolha imobiliária no mercado

Como identificar uma bolha imobiliária no mercado Entender a dinâmica do mercado imobiliário é fundamental para investidores, corretores e compradores. Um dos fenômenos mais discutidos e temidos é a bolha imobiliária. Ela ocorre quando os preços dos imóveis sobem de forma acelerada e artificial, atingindo níveis insustentáveis antes de uma queda brusca. Para proteger seu patrimônio, é preciso saber identificar os sinais de alerta. Confira os principais indicadores abaixo. 1. Valorização muito acima da inflação e da renda O primeiro sinal de uma bolha é o descolamento entre o preço dos imóveis e a realidade econômica da população. Se o valor do metro quadrado sobe drasticamente, mas a renda média das famílias e a inflação permanecem estáveis, o poder de compra real não sustenta essa alta por muito tempo. 2. Facilidade excessiva de crédito imobiliário Quando as instituições financeiras reduzem demais as exigências para conceder financiamentos, a demanda por imóveis explode. Embora o crédito seja positivo para o mercado, o excesso de liquidez e juros artificialmente baixos podem inflar os preços, criando uma demanda fictícia baseada em endividamento excessivo. 3. Aumento da especulação imobiliária Em um cenário de bolha, muitos compradores adquirem imóveis não para morar ou alugar, mas apenas com o foco na revenda rápida por um preço maior. Quando o mercado percebe que os preços pararam de subir, esses investidores tentam vender ao mesmo tempo, causando o estouro da bolha. 4. Desequilíbrio entre preços de venda e aluguel Historicamente, os valores de venda e de locação caminham próximos.

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Se o preço para comprar um imóvel dispara, mas o valor do aluguel na mesma região continua o mesmo, há um forte indício de que o valor de mercado está inflado. O rendimento do aluguel (yield) torna-se muito baixo, sinalizando o desequilíbrio. 5. Excesso de novos lançamentos Um boom de construções e novos empreendimentos surgindo simultaneamente pode gerar um excesso de oferta. Se a velocidade de vendas começar a cair enquanto o estoque de unidades prontas aumenta, o mercado imobiliário pode estar prestes a passar por uma correção severa de preços. Conclusão Identificar uma bolha imobiliária exige atenção aos indicadores econômicos e ao comportamento dos compradores. Para quem deseja vender ou investir, contar com a consultoria de um corretor de imóveis experiente é a melhor forma de garantir uma transação segura e fundamentada na realidade do mercado.

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Como funcionam os robôs de trading

Como funcionam os robôs de trading (Grid Trading) O mercado de criptomoedas é conhecido por sua volatilidade e por nunca fechar. Para quem investe em ativos como Bitcoin e Ethereum, acompanhar as oscilações de preço 24 horas por dia é uma tarefa impossível. É aqui que entram os robôs de trading, e uma das estratégias mais populares e eficientes é o Grid Trading. O que é o Grid Trading? O Grid Trading é uma estratégia de automação que busca lucrar com a oscilação de preço dentro de uma faixa lateral. Em vez de tentar prever a próxima grande alta, o robô cria uma “grade” (grid) de ordens de compra e venda em intervalos fixos. A lógica é simples: comprar na baixa e vender na alta de forma sistemática. Como a estratégia funciona na prática? Ao configurar um robô de Grid, o investidor define alguns parâmetros básicos:

1. Limite Superior e Inferior: A faixa de preço onde o robô deve atuar. 2. Número de Grids: Em quantas divisões o capital será fragmentado. Sempre que o preço do ativo cai e atinge uma linha da grade, o robô executa automaticamente uma ordem de compra. Assim que o preço sobe para o nível imediatamente acima, ele executa a venda. Esse ciclo se repete centenas de vezes, acumulando pequenos lucros que, somados, fazem a diferença na carteira. Vantagens para o investidor de cripto Lucro na lateralização: Enquanto o investidor comum espera o mercado subir para lucrar, o robô de Grid gera ganhos mesmo quando o Bitcoin está “andando de lado”. Controle Emocional: O robô elimina o fator psicológico.

Ele segue o plano rigorosamente, sem medo ou ganância. Eficiência 24/7: O mercado cripto não para, e o robô aproveita oportunidades de madrugada ou durante feriados. Cuidados essenciais Apesar de eficiente, o Grid Trading funciona melhor em mercados laterais ou levemente altistas. Se o preço do ativo cair bruscamente e sair da sua faixa inferior, o robô parará de operar e você ficará posicionado no ativo. Por isso, a estratégia é ideal para moedas com boa liquidez e fundamentos sólidos. O Grid Trading é a tecnologia transformando a volatilidade do mercado cripto em uma aliada constante do seu investimento. https://apps.apple.com/br/app/onilx-pay/id6756549608

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